Faça seu melhor independente do grau de importância do que se tem a fazer.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Pronto?!


Já peguei alguns trens sem nem mesmo saber onde eu queria ir. Já peguei alguns aviões, certo de que me levariam onde eu gostaria de chegar. Mas foi a pé e deixando a vida me levar, com muita calma, paciência e perseverança que encontrei as coisas mais importantes da minha vida, pessoas, lições, momentos, pensamentos...
                Analogias a parte, minha ideia com esse texto é refletir sobre onde queremos chegar? De que forma? O que estamos fazendo para isso? Se realmente merecemos? E das coisas que já conquistamos até hoje, quais eram como todas essas perguntas, até bem pouco tempo, mas que a vida nos proporcionou, hoje, conviver com essas conquistas pessoais, profissionais, espirituais...
                Penso que além de todos os esforços que devemos aplicar em tudo que estamos dispostos a fazer, temos que merecer e estar preparados para cada conquista. Tudo na vida é aprendizado, tudo ensina. Um simples não, ou um simples sim, até aquele talvez serve para alguma coisa, por mais que na hora não consigamos entender seu real propósito. Quando me refiro a merecer não quero dizer bom comportamento, ser o bonzinho da história, nada disso! O merecer a que fiz menção diz respeito a estar preparado para receber as beneficies e toda carga que implica a conquista que almejamos, consciente ou inconscientemente. Por mais que as vezes achamos injusto não ter aquilo, não conseguir aquilo outro, não ter ou não conseguir tem uma razão, uma justificativa nesse sistema tão perfeito em que estamos inseridos.
                Não existe injustiça, existem carmas, situações por vezes até desagradáveis, mas com propósitos, com uma razão que vai ser útil e de grande serventia, para que a partir daí, possamos receber aquilo que tanto batalhamos para conseguir. Fuga da incompetência? Algumas pessoas podem achar que sim, mas só as que ou de fato são incompetentes no quesito saber viver, ou pessoas que preferem julgar a se analisar e a correlacionar o funcionamento do Todo a sua realidade. Como não me encaixo em nenhuma das opções, vou me preparando para receber tudo aquilo que ainda não estou preparado para!!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Ow Zé!!


Antevejo a gloria do sucesso,
Isso porque acompanho meu progresso,
Sendo assim faça o que te peço,
Não importando se implicar em um possível regresso.

Você está completamente cego,
Pelos raios que emanam do seu ego,
Independente se por ti eu me apego,
Seguir tua ignorância eu me nego.

Quero te passar tudo aquilo que até hoje consegui da vida compreender,
Pouco importa se isso acarreta em te perder,
Não posso não ter alguém que nunca fez por me merecer,
Nesse caminho teu desfecho é com certeza padecer.

Ainda estou disposto a te ajudar,
Mas minha paciência tem limites e pode acabar,
E antes que nossa relação venha a desmoronar,
Acredito piamente na tua capacidade de se recriar.

Não quero ser teu reflexo,
Tenho a convicção que se do meu ângulo tu te viste, ficarias perplexo,
Com tamanhas as inoperâncias cerebrais que independem de sexo,
E unanimes em falta de nexo.

Tenha flexibilidade,
Pra mudar não tem idade,
Apenas um pouco de complexidade,
E muita força de vontade.

Olho nos teus olhos e vejo aquela chama incandescente,
Seja você homem, mulher, menino, menina, ou adolescente,
Habita em ti o fogo de ser ético e descente,
Querendo andar a passos largos e honestos sempre para frente.

Por isso cuidando de mim, dedico tempo a outrem,
E mesmo que hoje eu parta para o além,
Pudeste contar com alguém,
Que quis acabar com esse papinho de “Zé ninguém”.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Privar ou deixar rolar?


Como o título já indaga, o que você acha correto, melhor, conveniente, ..., privar ou deixar rolar? Quantas vezes você já deixou de fazer algo, se privando do que naquele momento, ou até hoje, ainda quer, em função de um plano futuro, um pensamento conservador, ou seja, lá qual foi a razão? Como pesar se ao privar-se de algo, para quem sabe “deixar para depois”, pode ser melhor que simplesmente deixar rolar, ou vice versa? Quem foi que garantiu a você ou a mim um amanhã?
Sou daqueles que faz muitos planos, já deixei de fazer muitas coisas por conta dos planos, sonhos e coisas que eu queria e quero para mim, mas analisando bem a minha vida, os momentos mais incríveis vieram quando deixei a vida me levar como diria o Zeca. Claro que continuo acreditando que a vida precisa de metas, planos, sonhos, mas acredito também que tudo que é engessado por prazos futuros, pode ser ainda mais arriscado do que deixar as coisas acontecerem ao seu natural, e com o propósito que o Cósmico e somente ele entende por vezes. Viver o hoje como se fosse o último dia da sua vida, fazer aquilo que pensou nunca fazer, ter muitas coisas engraçadas, arriscadas, e até mesmo erradas para contar aos seus filhos, ou melhor, para você se lembrar, caso tenha um amanhã. Acredito que os devaneios da falta de um amanhã podem trazer beneficies que a monotonia do planejamento futuro insiste em não deixar acontecer na sua vida.
Hoje vejo isso e busco um contra ponto na minha natureza metódica, de modo a me deixar mais livre para que a vida me leve e eu deixe rolar tudo que não é por acaso e tem um propósito de acontecer comigo. Na pior das hipóteses sofro, mas em consequência disso aprendo coisas que o planejamento faria com que “matasse” essa aula da escola da vida. Como bom aluno, prefiro assistir todas as aulas e sofrer o menos possível, ou melhor, somente o necessário para minha evolução pessoal, profissional e espiritual. Espero que vocês se privem daquilo que achem correto e equilibrado, mas que vivam e deixem rolar tudo aquilo que for agregar ao seu “histórico escolar” terreno. Só não se esqueçam da máxima: “o amanhã a Deus pertence” e Ele não te garantiu nada a respeito disso, ok!!  

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Status


Quero uma companhia,
Muito mais que um simples bom dia,
Alguém que agregue a minha alegria,
Chega de beijinho,
Cansei de muito carinho,
Não quero apenas um corpinho,
Falo de uma companheira,
Uma gata parceira,
Alguém pra uma vida inteira,
E espantar uma possível solidão,
Dividir com alguém minha atenção,
Alguém que cuide bem do meu coração,
Sem medo de me machucar,
Um outrem para eu amar,
E que esteja junto a mim quando meus propósitos eu alcançar,
Cansei de ficar separado,
Quero você ao meu lado,
Quero mudar meu status de “solteiro” para “casado”.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Putz... Errei!!


Quem nunca errou? Como você encara seus erros? Como eles afetam as pessoas ao seu redor e como suas atitudes pós-erro consertam, estragam ainda mais, ou é indiferente à pisada na bola que você acabou de cometer? Penso que o erro em si não é um problema, mas sim a forma como alguns dos nossos o encaram, se é que o encaram. Enfrentar suas gafes, seus deslizes nem sempre é bem visto por quem tanto quer acertar, por quem tanto repudia a falha, ou também por quem zela pela sua aceitabilidade frente aos outros e principalmente frente a sua consciência.
Às vezes conseguimos entender o erro do outro por “ter a capacidade” de nos colocarmos no lugar do outro... Que lindo isso! Mas e quando tem que se colocar em seu próprio lugar e ver de dentro para fora a burrada que fez? Para onde vai aquela “capacidade” hein? Por vezes assumimos os erros, chegamos a conversar a respeito, transparecendo um falso reconhecimento daquilo que para nós “nem foi tão grave”, ou “nem foi um erro”, aí a “capacidade” é posta em xeque. Os erros são nada mais na da menos, que os exercícios que são passados para nós na escola da vida e que são inerentes ao nosso desenvolvimento, pois aprender com o acerto tende a ser um tanto superficial se comparado à profundidade do “aprendizado errôneo”.
Uma coisa que eu admiro e tento fazer presente sempre na minha personalidade é a humildade para pedir perdão quando necessário, pedir uma segunda chance se preciso for e se merecedor eu me fizer, e também o discernimento para errar diferente, pois errar todos vão, mas errar os mesmos erros é como derrapar na lama da invalidez evolutiva. Claro que quero acertar mais do que errar, mas são meus erros que me fizeram chegar aonde cheguei mental e espiritualmente, seja os erros desta ou daquela passagem, mas tudo me fez crescer e cicatrizar em mim as marcas das provas constantes que a vida me impõe. Hipocrisias a parte, e você? Já errou? Admitiu? Aprendeu? Nunca é tarde, fica a dica!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Gélida.


Pedras são moles se comparadas ao teu coração,
Petrificado pelas desilusões que insistes em atribuir a outrem,
E fria continuaria mesmo que atirada na boca de um vulcão,
Pelo simples fato de não confiares em mais ninguém.

A fé que habitava teus sonhos se foi e não se despediu,
Logo não tens ideia para onde ela pode ter ido,
Mas sabes que teu coração se partiu,
E que não aceitas conviver com algo tão dolorido.

A utopia que mantinha cuidada como as flores do teu jardim,
Murcharam e caíram como as pétalas que no outono começam a desaparecer,
E mesmo que encontrasse a lâmpada do Aladim,
Teus três desejos seriam me esquecer.

Mas quando caíres em si e perceberes que o erro estava em nós,
Verás o impacto que essa geleira fez no teu coração,
Levará certo tempo até conseguires ficar contigo a sós,
E no reflexo te olhando nos olhos e pedindo perdão.

Tens a força em ti para seguir em frente,
Não caminhas porque teu caminho é na direção contrária do meu,
E mesmo que relutes em algo diferente,
Nessa luta para me esquecer, você perdeu.

Na constância desse tipo de derrota,
Transformasse-te no que és hoje em dia,
A antes linda mulher virou essa estranha garota,
Sem aquilo que antes qualquer um se apaixonaria.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Vibes


Pensei, pensei e decidi escrever sobre vibrações! Tema que envolveu meu cotidiano nos últimos dias com maior intensidade e que envolve nossa vida o tempo todo, de várias formas, bastando ter certa sensibilidade e prestar um pouco de atenção nos detalhes que cercam essa temática. Quem nunca chegou a algum lugar e se sentiu mal, ou bem, simplesmente por chegar nesse ambiente? Quem nunca sentiu algo estranho ou algo bom, ao cumprimentar alguém, ou simplesmente por estar na companhia dessa pessoa? Sensitivamente mais a fundo... Quem nunca sentiu a vibração da natureza, ou ainda mais a fundo, dos objetos do cotidiano que são tocados aleatoriamente por diversas pessoas?
A essa altura ou você se interessou pelo tema ou acha que eu fiquei maluco, sem ter o que escrever, e estou inventando coisas... Mas a verdade é que tudo emana vibrações, e isso que não vou entrar no mérito das vibrações que nossos cinco sentidos não são capazes de transformar em sensações em nosso cérebro! Atenho-me apenas nas vibrações que somos capazes de reconhecer com nossos sentidos, um cheiro, um calor, um gosto, enfim, sensações que somos levados a interpretar por essa vibração que irradia na nossa matéria e pode ou não ser sentida pelos nossos dotes materiais de captação vibratória.
Para quem já parou para pensar nisso, o tema não é estranho, nem tão pouco loucura do que vos escreve, mas para quem não tem o costume de reparar nessas coisas, eu escrevo esse texto para chamar sua atenção! Essa sensibilidade pode ser muito importante no processo de evolução ao qual estamos sujeitos. Ser capaz de sentir as vibrações das coisas e pessoas ao seu redor, sentir a sua própria vibração, vai trazer com certeza mudanças no seu modo de ver a vida, de interpretar certas situações e até mesmo de escapar de algumas. Isso não é algo que do dia para noite você consiga mudar em você... “Regular” essa “antena vibratória” não é um processo simples, mas também não é dos mais complicados. Basta uma dose de vontade e perseverança, se abrir para esse universo vibratório que brota em cada um e rodeia a todos, e pronto... “Antena” regulada!! A minha está reguladíssima, e a sua??