Faça seu melhor independente do grau de importância do que se tem a fazer.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Quero esse!!!


Ahh o amor maduro...
Esse que procuro...
Paixonites, eu não aturo,
Para isso meu coração ficou duro,
E só amolecerá por um sentimento puro,
Que não deixa furo,
Que não constrói muro,
Que não me cobra juro,
Que me tire do escuro
Dê-me algo diferente do antes imaturo,
De certo modo imprevisível, mas seguro,
Aquela convicção de um futuro,
Tenho a certeza que um dia capturo,
Esse meu amor maduro!!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Efeito Mariposa


A história que vou contar narra a história de um ser humano com um dom incomum: o de voltar no tempo! . Vamos chama-lo de John. Nosso personagem descobriu esse dom logo após sua adolescência. Loucamente apaixonado por Liza ele tem uma grave discussão por um motivo banal, fútil e ela termina com ele. Sem saber o que fazer. Perdido, sofrendo aquela dor que nenhum remédio cura, a dor do amor, ele se vê sozinho em seu quarto e em meio a uma concentração absurda que veio quase como que sem querer, ele então consegue voltar no tempo e se depara com a mesma situação, minutos antes da discussão ter início. John então muda o tom, a convida para sair, os dois brincam, jantam, comentam sobre uma moça chorando sozinha na mesa ao lado, mas têm uma excelente noite. Então ele percebe que conseguiu alterar seu passado!
Alguns anos de passam e John e Liza noivam. Dias antes do casamento Liza descobre uma traição de John. Inconformada ela o chama no apartamento que compraram, e mostra todos os detalhes que juntos eles tinham escolhido com tanto apreço, ele sem entender pergunta o porquê de tal demonstração assim com uma expressão tão carregada? Ela responde: Porque você acabou de jogar tudo isso fora quando me traiu, John! Ele desesperado tenta justificar, argumenta, pede perdão, mas não adianta. Ela põe fim a relação mais uma vez.
Na solidão do apartamento vazio, John chora copiosamente a dias, quando não mais que de repente, ele se lembra do que conseguiu anos atrás. Nosso personagem se concentra novamente e como que por milagre ele volta ao dia da traição e não trai Liza, muito pelo contrário, a convida para terem uma linda noite de amor, em um motel deslumbrante, enquanto no quarto ao lado ouvem lamúrias, soluços de alguém que chora sem parar, mas John novamente consegue remediar a situação e corrigir sua segunda falha.
                Agora casados John e Liza têm uma família linda. Filhos, cachorros, aquele tipo de família que só se vê em filmes norte-americanos. E como em um desses filmes um acidente trágico tira a vida de Liza e de seus dois filhos. John vive por milagre, pois o estado em que ficou o automóvel não deixaria ninguém acreditar que alguém sobreviveria. Retomada a consciência ele não quer acreditar que algo de tão precioso, dele foi tirado assim tão repentinamente e tão brutalmente. Sem pestanejar John se concentra e mais uma vez volta no tempo e ao invés de seguir viagem, para em um hotel fazenda luxuoso antes do trecho do acidente e passa ali três dias com a família. Quando segue viagem o acidente não acontece, mas naquele pedaço do ocorrido um carro parado com uma mulher debruçada ao volante chama à atenção da família, mas John por medo segue a diante.
                Sete anos se passam e em um dia de chuvas torrenciais um raio atinge a casa de John. Toda a família do nosso personagem, mais uma vez é dizimada. Ele com perda de uma das pernas, e com parte de suas faculdades mentais comprometidas, sobrevive. Entendendo o que está a passar, ele imediatamente tenta se concentrar para fazer o que já tinha feito, mas percebe que não consegue. Dessa vez o efeito do raio afetou a parte do cérebro de John que era capaz de transportá-lo no tempo. John se vê pela primeira vez como incapaz de mudar o ocorrido. Chora, grita, tenta entender o porquê, mas nada o faz aceitar. Eis que na cama ao lado uma moça está a falecer pelo mesmo raio que atingiu a casa de John. Era sua vizinha, da casa ao lado, aquela que John nunca nem olhou na cara. Ela em seu leito de morte, recém rabiscara um bilhete endereçado ao vizinho. No bilhete as seguintes palavras: “Lembra a primeira vez que você alterou seu futuro, mudando seu passado, lá no restaurante, onde uma moça chorava na mesa ao lado? Lembra quando você fez a mesma coisa se hospedando em um hotel por três dias e ao fim da hospedagem no trecho do acidente você e sua família perceberam uma moça com a cabeça debruçada ao volante? Essa moça era eu, a mulher da sua vida, seu verdadeiro amor, quem seria a mãe dos seus filhos, aquela que você seria feliz e morreria de velho ao lado! Mas ao não enfrentar seu término lá da primeira vez, você não foi ao meu encontro no restaurante que nos conheceríamos. Mesmo assim o destino me colocaria novamente em seu caminho! Naquele acidente onde sua família faleceu, eu que salvei sua vida, chamando os bombeiros e te acompanhando até o hospital, mas ao mudar seu destino pela segunda vez, eu sem saber, fiquei ali pensando o que eu deveria fazer naquele lugar? Se nem ao certo eu sabia aonde iria! Por fim pela terceira vez o destino me colocou em seu caminho. Fui sua vizinha por anos e nem sequer me olhou nos olhos! Vi sua mulher te trair inúmeras vezes com seu melhor amigo, com seu chefe, e você nem para me olhar! Agora eu estou aqui, morta ao seu lado. E você sem a chance de agora sim, salvar o amor da sua vida! Com amor Mary!”
                Não se apegue a pensar “se eu tivesse feito diferente”. Se apegue ao que você pode aprender com o que fez, mesmo que tenha sido errado, pois só com esses erros e com os propósitos que os acompanham, é que você vai ser capaz de evoluir o bastante para cumprir suas missões nessa passagem. Não seja como John, que esqueceu o presente, não deu a mínima para o futuro e só prestou atenção aos detalhes do passado para poder alterar se preciso fosse. Viva seu presente, aprendendo para que quando o amanhã se fizer presente você esteja preparado para não ser vítima de um falho passado.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Que beleza hein!!


Oooo beleza! Afinal de contas, o que é beleza? Tema abrangente, por vezes chato, de certo modo polêmico, quiçá hipócrita. Quero abordar o tema livre das minhas limitações sobre o mesmo. Seria beleza o padrão imposto pela sociedade, cada qual em seu tempo? Beleza essa abrangendo obras de arte, monumentos, paisagens, e ou o foco da minha abordagem, pessoas. Você me acha bonito? Baseado em que? Comparado com quem? De que importa e o quanto importa essa beleza?
Percebo que esse tema virou um dogma, não me perguntem a quanto tempo isso, mas é fato que virou. Analisando friamente e sem hipocrisias, quem nunca riu da falta de beleza de alguém? Seja por ser gordo demais, magro demais, alto demais, baixo demais, mas demais comparado com o que? Com os padrões estabelecidos? Quem os definiu? Por que segui-los? Pra que ser escravo desse padrão que nem sequer sabemos se está correto? São os cegos incapazes de julgar o que é belo pelo simples fato de não enxergarem? Então nós com essa capacidade de enxergar, nos damos o direito de rotular nossos iguais pelas diferenças ao compará-los com o que nem fomos nós os criadores. Quanta prepotência, ignorância, subdesenvolvimento,... Mas não somos de todo mal, afinal aquele que erra querendo acertar vê a luz no fim do túnel cada vez mais perto, e não porque o trem está desgovernado vindo em sua direção, mas sim porque busca a iluminação de sua alma e sua evolução como ser vivente.
Aquele que ainda não enxerga com os olhos da alma, mas que se esforça para fazê-lo, com certeza não conviverá com o breu para todo o sempre, pois o colírio da evolução espiritual limpará suas retinas divinas e o livrará de toda e qualquer escuridão. Pense que esse colírio está a venda nas melhores farmácias da rede, e essa rede está dentro de você! Mexa seu trazeiro espiritual e saia do conforto do seu sofá carnal. Entendeu bonitão (ona)!!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Solinhia....

Nem mesmo nos confins do meu peito solitário,
Habita o que chamam de solidão,
Se não presente no dia a dia, onipresente no imaginário,
Transborda de sentimentos esse meu coração.

Sem arrependimentos ou mágoas,
Orgulhoso por tudo que aprendi com o que fiz,
E nessas tantas passadas águas,
Em certos momentos mestre, em outros, aprendiz.

Hoje me deleito com essa solidão acompanhada,
Badalando nessa agitação de um homem só,
Aproveitando para guardar cada momento dessa caminhada,
Enquanto a linha da vida não finaliza e me devolve ao pó.

Nesse tempo que o tempo me presenteia,
Dou a vida àquilo que a vida gostaria de me dar,
Independente se na cidade, campo, ou aldeia,
Meus princípios, família, amigos e valores eu hei de honrar.

E por esses e outros que velo minha solidão acompanhada,
Levo comigo a essência mais pura que a vida exala pelo ar,
Tanto faz se sozinho ou acompanhado, não desisto da escalada,
Pois sei que alcançar o cume independe de ter ou não, necessariamente, outrem para amar.

quarta-feira, 14 de março de 2012

AMOzades


Que tal falar de amizade? Posso falar com propriedade sobre o assunto, pois o Cósmico insiste em me agraciar, cada vez mais, com pessoas que entram na minha vida de todas as formas, mas que permanecem de uma única maneira... CONQUISTANDO E ME DEIXANDO CONQUISTAR ESSA AMIZADE. Que me perdoem os colegas, conhecidos e derivados, mas quando falo de amizade, falo sério, falo que amo, falo que é imensurável esse sentimento e que por ser sentimento, não só falo, mas sinto e sinto com sinceridade!!!
Por vezes me pego pensando como as pessoas perdem por me julgar sem conhecer, sem vir falar comigo, sem se dar o direito de ter um grande amigo, pois sem falsa modéstia e perguntem isso aos meus, sou um grande amigo! Tenho defeitos, “piso na bola”, mas uma coisa é certa, e quem é meu amigo sabe bem: ser meu amigo é se divertir muito com as minhas loucuras, palhaçadas, bebedeiras, danças de fim de ano e de bailes com volume alcóolico na última potência... é ter um conselheiro, um ombro amigo, uma mão ou as duas pra carregar no colo quando precisar... é ter parceria pra uma caminhada, uma corrida, um futebol, uma ida ao shopping, uma pescaria, uma dança,.... é ter alguém que mesmo longe fisicamente está emanando boas energias, alguém que reza por cada um, alguém que está disposto ajudar mesmo sem ter condições por vezes,... é alguém que está disposto a ouvir até mesmo quando precisa falar, alguém que sorri mesmo quando quer chorar, alguém que fica ao seu lado, mesmo quando queria estar sozinho,... alguém que tem milhões de defeitos, mas que as qualidades fazem dos que estão ao meu redor pessoas felizes e que me querem por perto cada vez mais!!
Mas agora voltando ao que interessa, quando comecei o texto falando de amizade e depois discorri um parágrafo inteiro falando das “vantagens” de ser meu amigo, viro o “espelho” que estava até então apontado para mim e mostrando a vocês leitores, tudo isso que nada mais é, do que o que vai e vem entre mim e meus amigos. Tudo aquilo que disse ser para os meus, eles são para mim e muito mais. Tenho amigos dos mais variados tipos, idades, cores, opção sexual,... sou muito grato e faço questão de demonstrar isso em palavras, textos e atitudes. Escrevo isso pensando em todos e em especial a cada um que me brinda com esse sentimento, seja aquele que mora do outro lado do Atlântico, seja aquele que mora mais próximo do Oiapoque, até aquele que mora no mesmo condomínio, todos sem exceção me fazem transbordar de gratidão. Muito obrigado Deus por fazer de mim uma pessoa tão rica em todos os sentidos, mas nesse em especial!! Amo vocês. 

quarta-feira, 7 de março de 2012

Oásis...


Em meio ao deserto, um oásis encontrei,
Em meio às trevas, com a luz me deparei,
Em meio à guerra, a batalha eu ganhei,
Quando em meio à solidão, por você me apaixonei.

Em meio à pobreza, minha solidariedade demonstrei,
Em meio à mentira, a verdade eu falei,
Em meio aos olhares, com o seu eu cruzei,
Quando em meio à multidão, só você eu avistei.

Em meio ao silêncio, uma música eu dancei,
Em meio à tristeza, um sorriso eu arranquei,
Em meio ao mar aberto, numa ilha eu atraquei,
Quando em meio a tantas outras, o meu coração eu te dei.

Em meio aos estudos, nisso eu mergulhei,
Em meio aos sentimentos, a isso me entreguei,
Em meio às consequências, por elas eu paguei,
Quando em meio ao nosso amor, com isso me realizei.

Em meio a demora, a paciência exercitei,
Em meio à pressa, eu ali aguardei,
Em meio às desilusões, a paz eu encontrei,
Quando em meio a miragens de paixões, um oásis de amor eu conquistei!!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Pronto?!


Já peguei alguns trens sem nem mesmo saber onde eu queria ir. Já peguei alguns aviões, certo de que me levariam onde eu gostaria de chegar. Mas foi a pé e deixando a vida me levar, com muita calma, paciência e perseverança que encontrei as coisas mais importantes da minha vida, pessoas, lições, momentos, pensamentos...
                Analogias a parte, minha ideia com esse texto é refletir sobre onde queremos chegar? De que forma? O que estamos fazendo para isso? Se realmente merecemos? E das coisas que já conquistamos até hoje, quais eram como todas essas perguntas, até bem pouco tempo, mas que a vida nos proporcionou, hoje, conviver com essas conquistas pessoais, profissionais, espirituais...
                Penso que além de todos os esforços que devemos aplicar em tudo que estamos dispostos a fazer, temos que merecer e estar preparados para cada conquista. Tudo na vida é aprendizado, tudo ensina. Um simples não, ou um simples sim, até aquele talvez serve para alguma coisa, por mais que na hora não consigamos entender seu real propósito. Quando me refiro a merecer não quero dizer bom comportamento, ser o bonzinho da história, nada disso! O merecer a que fiz menção diz respeito a estar preparado para receber as beneficies e toda carga que implica a conquista que almejamos, consciente ou inconscientemente. Por mais que as vezes achamos injusto não ter aquilo, não conseguir aquilo outro, não ter ou não conseguir tem uma razão, uma justificativa nesse sistema tão perfeito em que estamos inseridos.
                Não existe injustiça, existem carmas, situações por vezes até desagradáveis, mas com propósitos, com uma razão que vai ser útil e de grande serventia, para que a partir daí, possamos receber aquilo que tanto batalhamos para conseguir. Fuga da incompetência? Algumas pessoas podem achar que sim, mas só as que ou de fato são incompetentes no quesito saber viver, ou pessoas que preferem julgar a se analisar e a correlacionar o funcionamento do Todo a sua realidade. Como não me encaixo em nenhuma das opções, vou me preparando para receber tudo aquilo que ainda não estou preparado para!!